terça-feira, 9 de março de 2010

Mais um poema, pra variar ¬¬






Sua alma de fogo

Eu não consigo sentir a sua essência,
você a matou com o seu próprio ego
Meu querido, eu não abandonei minha vida por aparência
Não negue! Eu sei o quanto sangra no seu próprio mistério

A escuridão nunca foi tão certa como agora
Sozinho no seu silêncio você implora
por mais tempo na solidão...

Como você pode esvanecer o seu antigo “eu”
e ainda me atrevo a perguntar “O que aconteceu?”

Não tem como recolher os pedaços de você?
Não tem como colar todos eles no mesmo lugar?
Como eu pude deixar tudo isso me levar?
Como eu pude escolher sofrer?

Eu não sinto mais o calor da sua essência
Eu não sinto mais o fogo da sua alma...
Por que mudou tanto?
Meu querido, nessas mentiras nem o mais puro ser pode se salvar...

Taís Turaça Arantes

Um comentário:

Leititoooo disse...

Mtooooooooo Bommmmmmmmm


Brunoooooo Leiteeeeeee